Fundação Espírita Cárita

Categoria: Obras subsidiárias
Editor: INTERVIDAS
Localização: DPF – ESPÍRITOS DIVERSOS
Número de catálogo: 136

Estado do empréstimo: Disponível

Disponibilidade: 7/7

Descrição

Diversos e preocupantes questionamentos envolvem a mediunidade. O conhecimento e a postura exemplar de Divaldo Franco e Raul Teixeira, amparados pela vivência e dedicação cristãs dos seus respectivos guias espirituais, Joanna de Ângelis e Camilo, são as bases da segurança e firmeza encontradas nas mais de 130 respostas esclarecedoras e embasadas desta obra.

PRIMEIRA PARTE - MEDIUNIDADE

CAPÍTULO 1 = Qual a finalidade da mediunidade na Terra?

CAPÍTULO 2 = Há mediunidades mais importantes que outras? E médiuns mais fortes que outros?

CAPÍTULO 3 = Existe mediunidade inconsciente?

CAPÍTULO 4 = Tem o médium inconsciente responsabilidade pelo que ocorra durante as comunicações?

CAPÍTULO 5 = De que dispõe o médium psicofônico consciente para distinguir seu pensamento do pensamento da entidade comunicante?

CAPÍTULO 6 = Pode o médium, em algumas comunicações, não conseguir evitar, totalmente, as atitudes desequilibradas  dos espíritos comunicantes?

CAPÍTULO 7 = Quais são os requisitos necessários aos médiuns que militam na tarefa mediúnica?

CAPÍTULO 8 = O médium é responsável por toda e qualquer comunicação mediúnica?

CAPÍTULO 9 = Há médium inconsciente que, após a manifestação do espírito, não se recorda do que o comunicante disse ou fez por seu intermédio?

CAPÍTULO 10 = Essa co-participação seria um controle remoto do subconsciente? 

 CAPÍTULO 11 = Quer dizer que, no fundo, é sempre o médium o responsável, mesmo que tenha faculdade inconsciente, por aquilo que vem através dele? 

CAPÍTULO 12 = O que deve fazer o médium quando influenciado por entidades da reunião, no trabalho, no lar? Quais as causas dessas influências?

CAPÍTULO 13 = É possível ao médium distinguir as alterações psíquicas e orgânicas que lhe são próprias das que estão procedendo dos espíritos desencarnados?

CAPÍTULO 14 = O que determinará a qualidade dos espíritos que, pela lei das afinidades, serão impelidos a se afinarem conosco nas práticas mediúnicas?

CAPÍTULO 15 = Que utilidade tem a mediunidade de vidência?

CAPÍTULO 16 = Qual a colaboração que um médium vidente pode dar no transcurso de uma sessão mediúnica?

CAPÍTULO 17 = É sempre segura e permanente essa faculdade?

CAPÍTULO 18 = Por que dois médiuns enxergam, ao mesmo tempo, quadros diferentes?

CAPÍTULO 19 = Podem, simultaneamente dois médiuns, em se referindo a mesma entidade, fazer descrições diferentes e serem verídicas, ambas?

CAPÍTULO 20 = Deverá ser?

CAPÍTULO 21 = Qual a finalidade de médiuns curadores ? 

CAPÍTULO 22 = É normal que médiuns dessa natureza se utilizem de instrumental cirúrgico, de indumentária, que os caracterizem como médicos?

CAPÍTULO 23 = Quais os cuidados que se deve tomar para que o médium curador não se apresente como um curandeiro e não esteja enqüadrado no Código Penal, pela prática ilegal da medicina?

CAPÍTULO 24 = O endeusamento do médium constitui perigo para a mediunidade? Por quê?

CAPÍTULO 25 = O médium pode trocar a tarefa mediúnica por outra atividade doutrinária?

CAPÍTULO 26 = Se o médium interrompe sua tarefa mediúnica, pode isto lhe causar danos? Por quê?

CAPÍTULO 27 = Em mediunidade, o que seriam sintonia, ressonância e vibrações compensadas?

CAPÍTULO 28 = Qual o papel dos centros vitais no intercâmbio mediúnico?

CAPÍTULO 29 = Considerando os vários casos mediúnicos abordados no livro Painéis da Obsessão, perguntamos se durante a recepção do livro o irmão desdobrou-se e conviveu com o ambiente espiritual?

SEGUNDA PARTE - GRUPO MEDIÚNICO

CAPÍTULO 30 =  O que é um grupo mediúnico e qual o número adequado de pessoas que deve constituí-lo?

CAPÍTULO 31 = Qual o objetivo de uma sessão mediúnica? 

CAPÍTULO 32 = Como se devem Portar os médiuns e os demais membros de um grupo, antes e depois do trabalho mediúnico?

CAPÍTULO 33 = Os participantes de uma sessão mediúnica devem fazer algum tipo de preparo íntimo durante o dia, antes mesmo do início da reunião?

CAPÍTULO 34 = Uma sessão mediúnica espírita deve ser sempre iniciada com uma Prece, e logo Passar-se à leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo? Agindo sempre assim, não se estará criando um ritualismo?

CAPÍTULO 35 = Alguns grupos mediúnicos exigem a manifestação dos Mentores Espirituais para declararem iniciados os trabalhos. É isto necessário?

CAPÍTULO 36 = Há necessidade de se abrir um trabalho mediúnico usando expressões como: aberto com a chave de paz e amor, aberto com a proteção da corrente do Himalaia ou outras do gênero?

CAPÍTULO 37 = Por que acontece, às vezes, nas sessões mediúnicas, não haver nenhuma manifestação? O que determina ou impede as manifestações?

CAPÍTULO 38 = E a justificativa que é dada às vezes de que, durante estes trabalhos, a movimentação dos espíritos utiliza os fluidos dos encarnados presentes Para realização de tarefas somente no campo espiritual?

CAPÍTULO 39 = Seria justo, então, se encerrasse a reunião depois de alguns minutos, desde que não se obtenha comunicação nenhuma?

CAPÍTULO 40 = Como deve Proceder o dirigente das sessões mediúnicas Para alcançar os objetivos superiores do trabalho?

CAPÍTULO 41 =  Qual a função da mesa mediúnica em uma reunião?

CAPÍTULO 42 = As reuniões mediúnicas devem ser públicas? Por quê?

CAPÍTULO 43 = Recebe o médium, em transe, a influência mental do grupo de que participa?

CAPÍTULO 44 = E aqueles grupos que se fecham em torno deles mesmos e seus membros não freqüentam palestras, reuniões doutrinárias e se dedicam  tão somente ao fenômeno em si, ao intercâmbio mediúnico? Estarão procedendo corretamente?

CAPÍTULO 45 = Uma pessoa com problemas mediúnicos deve ser encaminhada, sem risco, para uma reunião mediúnica?

CAPÍTULO 46 = Basta ao médium freqüentar as reuniões para resolver seus problemas?

CAPÍTULO 47 = Seria desaconselhável o desempenho mediúnico isolado bem como em reuniões domiciliares ou recintos estranhos aos Centros ou locais similares?

CAPÍTULO 48 = O que pensar do Costume de fazer-se sessões mediúnicas fora dos Centros Espíritas?

CAPÍTULO 49 = De que recursos dispõe o participante de uma reunião mediúnica para identificar a natureza dos espíritos?

CAPÍTULO 50 = A partir de que idade o jovem espírita pode participar de trabalhos mediúnicos?

CAPÍTULO 51 =  Não basta que o Jovem espírita tenha conhecimento teórico da Doutrina?

CAPÍTULO 52 = Que pensar dos médiuns psicofônicos que recebem espíritos durante a sessão, um atrás do outro? Será indício de grande mediunidade?

CAPÍTULO 53 = Quais as causas do sono de que muitos companheiros se queixam  quando participam de uma reunião mediúnica? Como evitá-lo?

 

TERCEIRA PARTE - DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO

CAPÍTULO 54 = Quais seriam as etapas a serem percorridas pelo médium na sua educação mediúnica?

CAPÍTULO 55 = No desenvolvimento da faculdade em médiuns principiantes, há alguma utilidade em se lhes aplicar passes para facilitar, por exemplo, a psicofonia?

CAPÍTULO 56 = Em trabalhos de desenvolvimento mediúnico com médiuns principiantes, haverá necessidade de mais de uma comunicação ou uma seria suficiente?

 

QUARTA PARTE - COMUNICAÇÕES

CAPÍTULO 57 = Quantas comunicações um mesmo médium pode receber durante a sessão mediúnica de atendimento a espíritos sofredores?

CAPÍTULO 58 = Há necessidade, após uma comunicação de um espírito infeliz, sofredor, de imediata incorporação do espírito mentor ou guia, para que haja a limpeza psíquica do médium?

CAPÍTULO 59 = Por que é que, comumente, não vemos comunicações de pretos-velhos ou de caboclos, nas sessões mediúnicas espíritas? Isso se deve a algum tipo de procedimento?

CAPÍTULO 60 = Qual a interferência dos reflexos condicionados na manifestação mediúnica?

 

QUINTA PARTE - DOUTRINAÇÃO

CAPÍTULO 61 = Como deve processar-se a doutrinação dos desencarnados nas reuniões mediúnicas?

CAPÍTULO 62 = No atendimento a espíritos sofredores, o doutrinador deve, antes de mais nada, fazer o comunicante conhecer a sua condição espiritual?

CAPÍTULO 63 = Será plausível que se desenrole a doutrinação de desencarnados por meio de uma Pequena palestra, em que o doutrinador possa expressar-se como quem faz uma conclamação?

CAPÍTULO 64 = Pode-se dizer que a responsabilidade do doutrinador é do mesmo nível da dos demais médiuns participantes da sessão?

SEXTA PARTE - MENTORES

CAPÍTULO 65 = Haverá necessidade de que, no início das sessões mediúnicas, todos os médiuns recebam seus mentores particulares, para garantirem suas presenças ou para deixar cada qual sua mensagem?

CAPÍTULO 66 = O que pensar do médium que espera tudo do seu guia e do guia que faz tudo para o seu médium?

CAPÍTULO 67 = O que dizer dos médiuns que só recebem Espíritos Mentores e jamais sofredores?  Seria uma mediunidade mais aprimorada?

CAPÍTULO 68 = A comunicação de um Mentor é indiscutível? Se houver dúvida, o espírito pode ser interpelado? Pode-se pedir esclarecimentos ao Guia em relação as suas palavras? Isso não demonstraria falta de respeito?

SÉTIMA PARTE - PASSES

CAPÍTULO 69 = O que é o passe? Para ministrar um passe a pessoa deve estar mediunizada? Que você pensa do passe magnético?

CAPÍTULO 70 = Como definir o passe espiritual? Em que oportunidade ele se verifica?

CAPÍTULO 71 = Os espíritos poderão aplicar diretamente um passe e, neste caso, não poderíamos chamar essa intervenção de passe espiritual?

CAPÍTULO 72 = Por que se costuma diminuir a claridade dos ambientes, onde se processam serviços de aplicação de passes?

CAPÍTULO 73 = Para a aplicação do passe, o médium deve resfolegar, gemer, estalar os dedos, soprar ruidosamente, dar conselhos?

CAPÍTULO 74 = É necessário lavar as mãos, após a aplicação de passes?

CAPÍTULO 75 = Há necessidade do médium tocar ou encostar as mãos na pessoa que recebe o passe?

CAPÍTULO 76 = Por que muitos médiuns ficam ofegantes,  enquanto aplicam passes?

CAPÍTULO 77 = Os estalidos dos dedos ajudam, de algum modo, na aplicação dos passes?

CAPÍTULO 78 = Na aplicação dos passes, há necessidade de que os médiuns passistas retirem de seus braços, de suas mãos os adornos, como pulseiras, relógios, anéis? Isso tem alguma implicação magnética ou é apenas para evitar ruídos e dar-lhes maior liberdade  de ação?

CAPÍTULO 79 = Decorrerá algum problema do fato de se aplicar passes em alguém que esteja de costas?

CAPÍTULO 80 = Muitos que aplicam passes, logo após, sentam-se para recebê-los de outros afim de se reabastecerem. Que pensar de tal prática?

CAPÍTULO 81 = Quando é admissível fazerem-se passes fora do Centro Espírita, isto é, fazerem-se passes a domicílio? Quais as conseqüências dessa prática para o médium?

CAPÍTULO 82 = A água fluidificada tem valor terapêutico?

CAPÍTULO 83 = Quando é necessária ou desaconselhável,  durante o passe, a manifestação psicofônica?

 

OITAVA PARTE - ALIMENTAÇÃO

CAPÍTULO 84 = Como deve ser a dieta alimentar dos médiuns nos dias de trabalho mediúnico?

CAPÍTULO 85 = O uso de alguma bebida alcoólica costuma trazer inconvenientes para os médiuns?

CAPÍTULO 86 = A alimentação vegetariana será a mais aconselhável para os médiuns em geral?

NONA PARTE - ESTUDOS, PARTICIPAÇÃO, RECEITUÁRIO

CAPÍTULO 87 = O espírita, médium ou não, deve ler livros espíritas?

CAPÍTULO 88 = Apesar de necessário, por que notamos na maioria dos espíritas o desinteresse pela leitura de livros espíritas? Uns alegam que dá sono, outros que lhes dá dor de cabeça, etc. Por que acontece isso?

CAPÍTULO 89 = Que benefícios trazem os estudos evangélico-doutrinários para o médium?

CAPÍTULO 90 = O que podemos pensar da atitude de muitos que, à guisa de cooperarem com vários Centros Espíritas, na segunda-feira, freqüentam um trabalho num determinado Centro; na terça, estão num trabalho mediúnico, noutro Centro; na quarta feira num terceiro, e, assim, sucessivamente?

CAPÍTULO 91 = Há inconveniente em que um médium que participe de sessão mediúnica espírita e que se afirme espírita freqüente trabalhos mediúnicos de  Umbanda?

CAPÍTULO 92 = No afastamento dos espíritos perturbadores, a Umbanda consegue melhor resultado do que uma sessão mediúnica espírita?

CAPÍTULO 93 = Qual a denominação correta: receita homeopática ou orientação espiritual homeopática?

CAPÍTULO 94 = Qual a orientação adequada a seguir, a homeopatia ou a alopatia?

DÉCIMA PARTE - ESCOLHOS DA MEDIUNIDADE

CAPÍTULO 95 = Qual a diferença entre animismo e mistificação?

CAPÍTULO 96 = Dentro dos quadros da psiquiatria, como psicopatia, esquizofrenia, etc., quais as características que poderiam se enquadrar dentro das obsessões?

CAPÍTULO 97 = Na terapia da desobsessão, é bom que o obsidiado freqüente trabalhos mediúnicos?

DÉCIMA-PRIMEIRA PARTE - USOS E COSTUMES

CAPÍTULO 98 = Quanto aos variados cursos de formação de médiuns, espalhados por toda parte, são úteis, de fato, para os indivíduos?

CAPÍTULO 99 = E sobre os cursos de formação de médiuns que distribuem carteiras  e diplomas aos seus concluintes?

CAPÍTULO 100 = Alguma necessidade particular existe para que se recomende aos médiuns o uso de aventais, jalecos ou outras roupas especiais, nos trabalhos mediúnicos do Espiritismo?

CAPÍTULO 101 = As cores das roupas que os médiuns estejam usando, interferem na qualidade do fenômeno mediúnico? 

CAPÍTULO 102 = Observando-se, ainda, no exercício mediúnico, o uso de velas, banhos, pontos traçados, defumadores, gostaríamos de saber as causas e origens, bem como os inconvenientes de tais práticas.

CAPÍTULO 103 = Os distintivos são importantes para a classificação das condições dos médiuns nas reuniões mediúnicas?

CAPÍTULO 104 = É justo que, nas reuniões mediúnicas ou fora delas, se façam oferendas materiais, objetos ou alimentos, no intuito de atender aos caprichos ou aplacar as necessidades que os espíritos denunciem?

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